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O episódio da vez no Resenhemus discute o legado intelectual de Karl Mannheim (1893-1947), pensador cujo projeto de uma “sociologia do conhecimento” aponta não apenas para uma “subárea” de pesquisa, mas para uma meta mais ambiciosa: uma redefinição do papel da disciplina sociológica como consciência reflexiva (e mediadora dialógica) da pluralidade de perspectivas que definem a sociedade moderna.
Nesse sentido, Diogo e Gabriel não só propõem uma reinterpretação de “Ideologia e Utopia”, obra mais famosa de Mannheim, mas também tratam da contribuição mais ampla do autor para além desse livro e de sua associação estrita com a subdisciplina “sociologia do conhecimento”.
Dos desafios que os condicionantes sociais do saber geram para a própria epistemologia das ciências sociais até a ideia de que personalidades individuais também são realidades históricas, passando pelas fontes cognitivas e existenciais do (neo)fascismo, os temas e ideias de Mannheim permanecem atualíssimos.
A edição é de Mariana Max e a vinheta musical é de Pedro Freitas.


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