Conectando vivências recentes a questões existenciais duráveis, os sonhos são a expressão dos problemas que preocupam o sonhador na sua vida de vigília
A rigor, não sonhamos o sonho; o sonho é que sonha em nós. E suas funções psíquicas são as mais variadas: da antecipação imaginada de perigos à expressão de insatisfações emocionais crônicas.
Para Bernard Lahire, assim como para Sigmund Freud, os sonhos só podem ser interpretados à luz do passado sedimentado no inconsciente do sonhador. A questão é: de que se compõe esse passado?