O primeiro post da série “Brasil em Pílulas” explica brevemente por que a “Geração de 30” é considerada uma divisora de águas nas interpretações da sociedade brasileira.
Os sonhos são experiências subjetivas ancoradas no cérebro, mas socialmente moldadas. À luz de um diálogo entre neurociência, filosofia da mente e sociologia, a imaginação humana aparece dotada de uma “ontologia estratificada” — em que dragões voadores e dilemas existenciais podem se encontrar.